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Política

21/12/2020 às 14h56 - atualizada em 21/12/2020 às 15h06

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Redacao

Vila Velha / ES

Deputada Lauriete come rato frito no interior do Nordeste. Veja o vídeo
Parlamentar teve a experiência durante uma missão religiosa numa comunidade pobre no sertão da Paraíba
Deputada Lauriete come rato frito no interior do Nordeste. Veja o vídeo
Lauriete come o rato frito: ela aprovou o sabor. Crédito: Reprodução de vídeo

Quem não tem cão, caça com gato, diz o adágio popular. Mas no sertão da Paraíba a fome e a pobreza levam os moradores a comer carne de rato, em vez de carnes mais convencionais. Essa experiência radical foi vivenciada pela cantora gospel e deputada federal Lauriete (ES), que comeu o bicho frito neste domingo (27), no interior do Nordeste. 


A parlamentar acompanhou missionários integrantes do grupo evangélico Gideões da Última Hora, da cidade de Balneário Camboriú, no litoral catarinense. O vídeo foi gravado na comunidade de Retiro, município de Patos, durante uma pequena festa, chamada Natal Missionário, para comemorar o Natal.


“Isso aqui é tradicional, comer isso aqui é normal. É rato”, relata a deputada no vídeo no momento em que segura o roedor já tratado e pronto para ir à frigideira. “A gente hoje vai experimentar o rato”, acrescentou.


Um morador, que parece ser o anfitrião, começa a fritar o roedor e diz a Lauriete que na região comer rato “é normal”. “Eu já comi várias vezes aqui no sertão. Pra mim é tranquilo, mas quem vem pela primeira vez é difícil encarar o bichinho”, admite.


Lauriete em seguida ajuda a fritar o rato, num fogão a lenha, e depois que o bicho foi frito, ela começa a degustá-lo, acompanhado de um suco. “É bom, bem temperadinho”, elogia. Em seguida a deputada oferece o rato a uma pessoa e diz: “Silvana, tem que comer”, e continua a comer o bicho frito. Pelo gesto da cabeça e pelo apetite, parece que Lauriete aprovou a carne "exótica". “Glória a Deus”, diz uma voz masculina não identificada.


"A carne é bem semelhante à de frango", compara Lauriete. "Vivi  uma experiência muito forte de estar com estas famílias, porque são pessoas excluídas e que não tem acesso a muita coisa, principalmente à agua. É uma dura realidade que a gente vivenciou e conheceu nessas comunidades", descreveu Lauriete à coluna. 


Ela conta que a experiência a transformou. "Além de levarmos a palavra de Deus e alguns mimos para as crianças, levamos alimentos, principalmente o feijão, que foi distribuído para algumas famílias carentes. Volto com uma outra visão de vida", destaca.


No final do vídeo aparece Lauriete dando pacotinhos com doces e brinquedos a crianças da comunidade do interior paraibano.


 

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