09/01/2025 às 23h08
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Redacao
Vila Velha / ES
A ferrovia que vai ligar Santa Leopoldina a Anchieta, no sul do Espírito Santo, recebeu um importante recurso para avançar. A Vale, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Ministério dos Transportes definiram as diretrizes para a repactuação dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).
Com isso, a nova ligação entre as montanhas e o litoral capixaba contará com um investimento de R$ 6 bilhões. O ramal ferroviário tem como objetivo aumentar a eficiência logística, reduzir os custos de transporte e impulsionar a economia dos municípios capixabas que fazem parte do projeto.
O empreendimento inclui uma linha tronco de 80 km de extensão que passará por Santa Leopoldina, Cariacica, Viana, Vila Velha, Guarapari e Anchieta. Além disso, será construída uma conexão adicional de 20 km, entre o Porto de Ubu e o pátio ferroviário.
Apesar dos desafios relacionados ao licenciamento ambiental e às desapropriações, a expectativa é que os estudos sobre a construção deste novo ramal ferroviário sejam concluídos em dois anos. Após a aprovação do projeto, as obras deverão começar em até seis meses, com previsão de conclusão em cinco anos.
Além do Ramal Anchieta, a Vale anunciou a doação do projeto básico do trecho que ligará Anchieta a Presidente Kennedy, parte essencial da ferrovia EF-118. Este segundo trecho, de 87 km, fortalece a integração logística e consolida o Espírito Santo como um hub estratégico para o transporte de cargas no Brasil.
“A nova ferrovia vai conectar diversos segmentos industriais e comerciais da região Centro-Oeste e dos municípios capixabas, principalmente Vila Velha, que abriga o maior complexo portuário do Estado. Este é um projeto estruturante que virá acompanhado de novas oportunidades e, por isso, se reveste de elevada importância econômica”, destacou Everaldo Colodetti, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico.
A repactuação da Estrada de Ferro Vitória-Minas Gerais (EFVM) é outra boa notícia para a logística de Vila Velha e do Espírito Santo. “Essa repactuação é o primeiro passo para realizar a conexão ferroviária entre a Grande Vitória e o Sul do Espírito Santo e, depois, com o Rio de Janeiro. Trata-se de um avanço estratégico que vai melhorar a logística e a competitividade de Vila Velha e do próprio Estado”, avaliou Colodetti.
Os termos da repactuação ainda passarão por formalizações usuais, além da análise e anuência das autoridades competentes, incluindo o Tribunal de Contas da União (TCU). Após concluída, a repactuação trará maior segurança e clareza quanto às obrigações e investimentos da Vale na concessão da rodovia.
FONTE: ES 360
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